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Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada e Prostituída
O filme “Wir Kinder vom Bahnhof Zoo”, também conhecido como “Cristiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída”, de 1981, é uma obra extraordinária. Ele retrata a realidade de Berlim nos anos 70, mostrando crianças frequentando discotecas, fazendo uso de drogas, cometendo furtos, se envolvendo na prostituição e, consequentemente, enfrentando situações fatais por suas ações inconsequentes. Tive o privilégio de ler o livro em alemão, o qual descreve a infância da protagonista, Cristiane. Ela era uma criança com um pai alcoólatra que a agredia, e o divórcio trouxe um estranho para a vida dela e de sua irmã Sabine. Após o divórcio, Cristiane aproveitou todas as oportunidades para frequentar o Sound,…
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Solidão
Estou presa nessa solidão imensa presa no obscuro dos meus pensamentos. Refletindo sobre a vida e os propósitos que ela nos oferece, questionando se eu a merecesse. Mereço uma correspondência aos meus sentimentos ou devo continuar nesse eterno sofrimento? Sozinha, abandonada pelo mundo escrevo aqui sobre meu sentimento mais profundo. Uma profundidade maior que o ponto mais fundo dos mares agitados do mundo. O que é fossa das marianas perto disso tudo? Do que eu vivencio nesse exato momento. Sentimentos quais nunca serão explicados pelas dores e magoas carregados. Será que um dia tudo isso vai ter fim? Aguardo pela acalmaria, assim um dia tudo isso terá sentido sim. Espero…
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Somos os Futuros Artistas
O medo, aprendemos com ele, mas e se ele começa a nos consumir? Viver com a constante sensação de ser seguido, nos sentimos observados, com medo de mostrar o que pensamos e sentimos. Temos sentimentos confusos e os pensamentos mais ainda. Não somos compreendidos e não nos entendemos. Procuramos ajuda nos momentos mais desesperadores e somos julgados quando perdemos a linha. Ninguém é preparado para nos escutar, entender ou tentar ajudar. Somos tratados como aberrações e prendidos como monstros. Somos motivos de piadas e julgamentos pela nossa incapacidade e dificuldades, esquecendo que também somos humanos e ainda temos sentimentos. A dificuldade de não conseguir entender o que os outros sentem…
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Suficiente?
Quando você é considerado suficiente? Pelos pais? Pelo parceiro? Pelos amigos? Se você tiver um diploma nas mãos? Ser a pessoa que se encaixa perfeitamente nos padrões da sociedade? Se você tiver um status alto? A sensação de nunca ser suficiente vem de casa com frases “por que não tirou um dez igual fulana?” ou “fulana conseguiu e por que você não?”. Crescemos com a sensação de que independente do que fazemos nunca vai ser bom, nunca vai trazer orgulho para nossos pais. Eles nos olham com uma cara de decepção se soltam palavras que cortam como facas, “esperava mais de você”, “que decepção” ou meu favorito “tenho vergonha de…
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Comunicação
Comunicação. Quando desaprendemos ela? Depois das cartas? E-mails? Ou por causa dos aplicativos de mensagens? Sempre escutamos que os jovens de hoje não sabem conversar. Mas e se na verdade a gente nunca aprendemos? Desde criança aprendemos a não retrucar quando a mãe enquanto chama a nossa atenção. Não se intrometer quando mais velhos falam. Guardar para si ou contar depois eventos qual julgávamos importante quando já não importava mais. Vivemos em um mundo que é mais fácil se expressar através de emoji do que falar o que realmente sente. Compartilhar memes com piadas duvidosas sobre assuntos nem tanto engraçados. E trocar a fala por simples e curtas mensagens de…













